segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
...
A memória de ti segue como uma névoa sob a minha cabeça, faço de tudo para não pensar na falta que me fazes.
Para mim é difícil entender o porquê de após 5 meses se terem passado o meu amor por ti não se ter alterado minimamente, costumava ser fácil para mim seguir em frente, esquecer as pessoas, mas agora, quando mais que tudo deveria esquecer-te não consigo. Sinceramente também não sei se o quero fazer mas, também sei, certamente que estaria melhor sem ter esta necessidade de ti.
Engraçado como dizias que eu esquecia fácil e como quem acabou por esquecer foste tu.
Consigo ser forte, sempre o fui, dizer da boca para fora que está tudo bem, é-me fácil, sempre o foi, é que quero que acreditem nisso, porque se alguém acreditar, então certamente eu também acabarei por o fazer.
Há que se saber quando desistir, e eu penso que soube faze-lo, já não luto por ti, nem por nós, espero simplesmente um dia conseguir ser tua amiga e ultrapassar tudo o que um dia se passou. Até lá, sinto, algo, que nunca mais te direi, amo-te com todas as minhas forças.
domingo, 14 de novembro de 2010
..
Apesar de tudo, amar.te é e continua a ser mais forte do que eu. Eu não quero amar.te, sei que não posso, mas no entanto apesar de todas as vezes que consigo tirar.te da minha cabeça, não consigo tirar.te do meu coração.
Não percebo porquê, deveria ser fácil, depois de tudo, tirar.te finalmente do meu peito. Mas mesmo assim tu teimas em ficar. Que se lixe este sentimento que chamam de amor.
Odeio.me por te amar desta maneira. Odeio.me por ainda sentir cada toque teu como se tivesse sido ontem.
Odeio.me por ainda pensar em ti. E no fim de tudo odeio.me por ser o que sou sem ti.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
outravez.
Afinal, quando ele tinha acabado de ser "colado de fresco", arrancaste.o e atiraste.o ao chão, só para o pisares outra vez.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Futilidades e sentimentos
Por vezes naqueles raros momentos , nos quais estou completamente sozinha, dou por mim a pensar nas encruzilhadas da minha vida.
Estar na estação Santa Apolónia fez-me pensar nas vezes que isto acontecia após estar contigo. Por aqui os bancos são os mesmos, os pombos pouco mudaram,o sol incide em mim da mesma forma, a correria de pessoas, a esta hora, está estagnada, e se houve algo que mudou neste ambiente fui eu.
Nada sabe ao mesmo sem ti e, o sorriso já nem sempre se propicia, quando a tua imagem me invade o pensamento.
Pensar que já foste a razão dos meus sorrisos e que agora te tornaste na razão dos meus devaneios, é coisa que pode parecer triste aos olhos de alguns, e até de mim, mas para ti foi apenas uma consequência duma história, que agora, já nada influência a tua vida.
Dei por mim aquando perdida nestas futilidades a observar um pombo, animal que considero absolutamente repugnante, mas no qual consigo observar meros laivos de coragem, vi-o a lutar com dois pombos por um pequeno pedaço de pão, saiu vitorioso e afastou-se mas quando já estava num outro canto da estação um pombo(a ironia) que até era aleijado, roubou-lhe o que lhe restava.
Pode parecer estranho mas para mim isto foi uma das ironias da vida, tal como perder-te foi.
O problema de alguém que tal como eu, antes de ti, já tinha sofrido muito por alguém é que depois quando encontra alguém, que os ame a sério, não se consegue entregar é que depois quando finalmente o faz o outro já está tão farto de esperar pela mesma atenção que nos propícia e de lutar por nos que acaba por desistir.
E, claro, como a vida é um ciclo vicioso, acabamos novamente a sofrer por amor.
Agora eu, apesar de já não te ter, sei que te amava e ainda amo, e que dava tudo por ti e para te ter de volta.
Mas também já sei enfrentar o facto de não te ter mais para mim e de tu estares com outra pessoa, e apesar de isso me partir o coração, sei que fiz asneira na altura certa e, de facto, só te dei o verdadeiro valor quando te perdi.
A vida para ti continuou e a minha, bem essa, está a continuar.
domingo, 10 de outubro de 2010
pensamentos
Deitada na cama, recordo-me de ti.
Sinto o teu toque na minha pele,
Os teus lábios nos meus,
Todo o teu amor perto de mim,
Algo toca e eu alheio.me,
Fico desperta,
Nada passava de um sonho,
Quero-te de volta,
Por favor volta.
Sinto o teu toque na minha pele,
Os teus lábios nos meus,
Todo o teu amor perto de mim,
Algo toca e eu alheio.me,
Fico desperta,
Nada passava de um sonho,
Quero-te de volta,
Por favor volta.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
o tempo
O tempo, algo imprevisível, ele passa e tudo muda,
olho os teus olhos e vejo neles as sombras das memórias do nosso amor,
pergunto ao tempo porque não parou,
a resposta é a pior de todas, silêncio.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
A Ausência da Essência
Tinha medo, superei-me, por fim entreguei-me.
Querias tudo, tentei dar-te tudo.
Querias o que podias e o que não devias ter, mesmo assim, tiveste-o.
A única coisa que sempre te pedi foi que nunca me tirasses o sorriso.
Ele era a minha essência.
Disseste que não o farias.
No final de tudo até isso acabaste por tirar, e agora o que resta para dar?
Querias tudo, tentei dar-te tudo.
Querias o que podias e o que não devias ter, mesmo assim, tiveste-o.
A única coisa que sempre te pedi foi que nunca me tirasses o sorriso.
Ele era a minha essência.
Disseste que não o farias.
No final de tudo até isso acabaste por tirar, e agora o que resta para dar?
Vento
O vento puxou-me para longe da tua doce voz,
sei que não devo, mas luto para que não me afaste de ti,
a rajada fica cada vez mais forte,
por fim o meu corpo desiste de lutar,
deixo-me levar,
e quando, algures, a minha esquecida mente tenta fugir de novo para junto de ti,
o vento mostra-lhe as palavras, que por fim a fizeram desistir de ti.
Coração.
Pára!
Já te disse para parares!
Que fazes?! Estás louca?!
Estás-me a magoar!
Mas porquê?! Tu disseste que não me ias magoar, se o guardasses só para ti!
Agora doi, devolve-o! Quero que mo devolvas!
Deixa-me dá-lo a quem o respeite mais que tu!
O nevoeiro.
São oito da noite, lá fora paira uma bruma escura, mas, sinceramente, para mim tudo se assemelha ao mesmo desde que tu partiste.
Corro em direcção a nada, para qualquer lado que me vire este nevoeiro abraça-me, recordando-me de ti.
Nas suas sombras, avisto-te, corro mas tu afastas-te e riste-te como se um jogo da apanhada se tratasse.
Eu chamo-te e a cada risada tua, ganho forças para correr cada vez mais.
Deparo-me num beco sem saída, há minha frente está um grande muro, ouço a tua risada, e escalo-o tão depressa que se poderia pensar que eu não era mais que ar.
O muro cresce e eu, por fim, alcanço o topo e volto a chamar-te, cada vez mais alto, até o ar dos meus pulmões se esvaziar.
Ofegante, paro, e só escuto as tuas risadas cada vez mais apagadas.
Atiro-me do muro, em direcção ao abismo, certa de que me irias resgatar, mas nada, começo de novo a minha busca de ti.
As tuas gargalhadas são substituídas pelo vazio, olho em redor e dou por mim sozinha e a chorar.
Vejo-te de novo, corro para o teu abraço já tão moldado para mim, tu agarras-me e dizes que está tudo bem, que vamos ficar assim para sempre.
Os teus lábios encontram os meus, e sussurras amo-te junto da minha orelha, em seguida, desapareces, desta vez para nunca mais te encontrar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)